Uma Máquina Não Pode Tirar O Emprego, Mas Pode Se Tornar Seu Chefe 1

Uma Máquina Não Pode Tirar O Emprego, Mas Pode Se Tornar Seu Chefe

Quando o representante de atendimento ao freguês Conor Sprouls, que trabalha em um centro telefónico de a gigante de seguros MetLife, responda por telefone com um consumidor, observa com cuidado canto inferior certo de sua tela. Em uma pequena caixa azul, aparecem indicações que lhe fornece uma atividade de inteligência artificial. Se você fala muito rápido, o programa desenvolve o ícone de um velocímetro pra assinalar o que tem que comentar mais devagar.

Se parece sonolência, o software envia um “sinal de energia”, simbolizado com a imagem de uma xícara de café. Se lhe inexistência empatia, aparece um coração na tela. Desde há imensas décadas, os seres humanos temos imaginado um futuro temerário em que um exército de robôs hipereficientes invade escritórios e fábricas e começa a realizar o serviço que antes encomendava-se a seres humanos. No entanto, por concentrar-se no temor de que a inteligência artificial irá preencher o lugar dos operários, não consideramos uma outra alternativa: a de que também remplazara os patrões. Sprouls e os demasiado funcionários do centro de atenção que trabalham no seu escritório de Warwick, Rhode Island, que ainda têm muitos supervisores humanos.

mas, o software responsável pelas imagens que aparecem em sua tela (feito pelo Cogito, uma corporação de inteligência artificial, Boston) se tornou uma espécie de gerente que não lhes tira o olho de cima. Ao desfecho de cada chamada, as notificações que Cogito mostra a Sprouls se somam e adicionados a um painel de estatísticas que teu supervisor pode ver outra vez.

  • Em 1969 Alan Kay desenvolve a linguagem Smalltalk pela Xerox PARC e publicada em 1980
  • o Que é isso!!!? Há uma coxa de frango em meus BatNuggets!! Vou denunciaaaar
  • 2 Justificação do desenvolvimento sustentável
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Se minimiza a janela do Cogito pra ocultá-lo, o programa avisa ao seu supervisor. Cogito é só um dos vários programas que aplicam a inteligência artificial que imediatamente são utilizados em centros de atendimento, entre outros lugares.

o Seu propósito, de acordo com o diretor executivo do Cogito, Joshua Feast, é fazer com que os funcionários realizem seu serviço de modo mais eficiente graças ao feedback que recebem em tempo real. “O funcionamento humano é oscilante”, explicou Feast. “Pela maneira em que alguém fala com outra pessoa, podemos inferir se a intercomunicação está funcionando ou não”. O propósito da automação foi a toda a hora a competência, todavia este novo modo de recinto de serviço, a inteligência artificial, como a humanidade em si como o semblante que você deve otimizar. Também as corporações emergentes aplicam a esses programas.

Cogito, que presta serviços para grandes seguradoras como MetLife e Humana, bem como organizações financeiras e de varejo, declara descrever com 20 1000 usuários. Percolata, uma empresa de Silicon Valley, que tem compradores como Uniqlo e 7-Eleven, usa sensores nas lojas para calcular uma pontuação de “verdadeira produtividade” para qualquer um dos funcionários, e os classifica de mais produtivo ao menos produtivos.

A administração pelo algoritmo não é um conceito novo. Todavia, pôr a inteligência artificial para administrar os trabalhadores no momento em que se trata de empregos usuais, com horários de 9:00 às 17:00 tem causado mais controvérsia. Seus críticos acusaram as empresas de pôr algoritmos pra tarefas administrativas e indicam que os sistemas automatizados conseguem formar um recinto desumanizado e punir injustamente os empregados. Ademais, se bem que seja evidente que os executivos lhes serve de descrever com aplicações de inteligência artificial pra ceder seguimento às tarefas atribuídas aos empregados, seus benefícios pros empregados não são tão óbvias.