"Setenta E Cinco Dicas Para Sobreviver Ao Colégio" 1

“Setenta E Cinco Dicas Para Sobreviver Ao Colégio”

Isto É UMA CRÍTICA. 75 Dicas para oferecer uma nação de merda. Quando eu era pequena -consta-me que antigos colegas de faculdade andam aqui e conseguem corroborarlo – a existência escolar, para mim, era um inferno. Por sorte, como ocorre -felizmente – a quase todos os que alguma vez padecido bullying, cresci e isto ficou para trás. Embora, como qualquer cota da vida de uma pessoa, nunca desaparece. É Por isso que um dos meus maiores medos é que qualquer um dos meus filhos (ou ambos), tenha que atravessar por uma situação desse jeito, quando meu único vontade para eles é que sejam felizes.

Para quê, se não, viemos a este mundo, se não é para esta finalidade? Ontem descobri um livro. “75 Dicas para sobreviver ao colégio”, de Maria Frisa (a despeito de a certeza que não se importa com a fraca publicidade que eu possa dar-lhe, visto que, com mais de 100.000 cópias vendidas, é um best-seller). É um livro destinado a criancinhas (que não gurias) pré-adolescentes. O livro é uma espécie de “diário”, em que uma menina, Sara, de doze anos, conta seus “truques” para sobreviver ao colégio, e oferece dicas de como “fazer um namorado, não importa quem seja, pois o respeitável é começar”.

E isso apesar do caso de que “no momento em que você tem um namorado não pode observar para os outros e você deve se vestir para agradar a ele”. Bom, de certeza que vos fazeis uma idéia de linha. Eu já estava me parecendo um elefante branco apesar de, é claro, minha opinião é só uma opinião leitora mais, mesmo que eu penso que “literatura” e, deste jeito, sobra nas prateleiras de nossas jovens).

Mas, desse jeito, chegou à divisão a respeito do bullying escolar e… É que ainda não me posso crer. “Isso É Essencial Para SOBREVIVER Na Escola. Já sei que podes parecer um tanto cruel, no entanto sonhe devagar. Isso é importante pra sobreviver na faculdade.

  1. Seis Dias
  2. 2017: “México”, com Lil Rob e Cecy B
  3. seis Míssil 6: Shoot to kill
  4. 8 Haru Okumura

sempre, Sempre precisa ter uma pessoa com quem permanecer: melhor que esse uma pessoa não seja você. Sim, é uma pena que tenha que ser a sua melhor amiga, todavia… você Foi como um tapa pela cara. Pior: foi como um tapa na alma.

Me deixou tão batido que até me custou serviço dormir. Lembrei-me de coisas que, de verdade, eu adoraria de poder esquecer. Eu fui a criança com a qual se colocava todos. TODOS. E, algumas vezes -e eu era consciente disso-, que se colocava comigo só procuravam tornar-se fortes em minha costa, pontualmente pra que não se metieran com eles.

O que se comia muco, o que era um cara baixinho e gorducho, que tinha o organismo repleto de cabelo, o que lhes tirava duas cabeças a todos. O quão descomplicado era meter-se comigo: tinha diversos sítios por onde me oferecer. E lembro-me de enxergar alguma “amiga” deslocar-se secretamente pra não ter que me proteger.