'National Geographic' Premia Um Mexicano Por Sua Impressionante Imagem Do Vulcão De Colima 1

‘National Geographic’ Premia Um Mexicano Por Sua Impressionante Imagem Do Vulcão De Colima

O fotógrafo mexicano Sergio Tapiro Velasco recebeu o prêmio de Melhor Fotógrafo de Viagens 2017 da National Geographic, por seu imagem do Vulcão de Colima expelindo cinzas e material incandescente. Molly Roberts, editora de fotografia da revista e juíza do concurso, descreveu a fotografia como “uma etapa robusto capturado de uma maneira atraente”, de acordo com um postagem da National Geographic, publicado nessa terça-feira.

Em um dos concursos de fotografia mais prestigiadas do mundo, a decisão dos juízes foi unânime. O fotógrafo tomou imagens do vulcão durante toda a noite do dia treze de dezembro de 2015. Acampou-se a em torno de 12 km do vulcão, distância necessária pra impedir acidentes. Começou a recolher fotografias às sete e meia da noite e quase 4 horas depois, conseguiu a imagem. O raio brilhante de 600 metros de comprimento, que se forma do lado certo do vulcão é um dos elementos mais marcantes da foto.

“Funcionou como um flash gigante”, citou Velasco. Por esse detalhe, acrescentou o fotógrafo, várias pessoas acreditavam que a imagem era produto do Photoshop, contudo desde que publicou a foto em tuas redes sociais, o mexicano explicou quando e como tomou. Velasco utilizou uma câmera Canon EOS 6D e uma lente 70-200 mm.

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Tirou a fotografia com uma exposição de oito segundos, com ISO (sensibilidade à luz) de 3.200. O residente de Colima segue os monitoramentos geológicos do vulcão, que previram a atividade do dia 13 de dezembro desse ano. O que se vê pela imagem é porção do fenômeno chamado de tempestade suja, no momento em que as partículas minerais que ejeta o vulcão colidem entre si e provocam reações elétricas, de acordo com um postagem do Massachusetts Institute of Technology. O Vulcão de Colima, também conhecido como Vulcão de Fogo, é um dos mais ativos do México e mede 3.850 metros de altura.

Mas a morte deste rei subiu ao trono seu filho Ishme-Dagan (1780-1741 a. Hamurabi da Babilônia, em 1760 a. C. e teve que se submeter e pagar tributo. Mesmo desse jeito ele manteve o trono e a dinastia de shamshi-adad se salvaguardó até Asinum (c. 1726 a.

O século XVI. C. foi um ciclo de invasões e grande desarrumação por toda a Mesopotâmia. Assíria, se viu ante o controle de uns e outros invasores (os mitani e os hititas, principlamente); todavia, no século XIV. C. apareceu outra figura de enorme pressão, o rei assuruballit I, que reinou entre 1364 e 1328 a.

C. libertou-se de seus opressores e até mesmo chegou a aumentar os limites de suas terras. Os sucessores deste rei, em especial teu neto Salmanasar I —o Sulmanu-Asarid— (1274-1245 a. Assíria recuperou todo o território que havia chegado a possuir no tempo do primeiro rei dos amorreus. As conquistas foram ótimas e os montantes significativas, como essa de a captura de escravos que se empregavam em obras de embelezamento das duas cidades sérias: Assur e Nínive. Não segundo a grandeza destas cidades, Salmanasar, fundou às margens do rio Tigre, uma mais que a fez capital e que ganhou o nome de Calach. Tukultininurta I (1244-1208 a.

Suas campanhas guerreiras chegaram até os montes Zagros, ao sopé do Cáucaso. Pelo sul derrotou a grécia sometiéndoles a tributo, que se fez com o território de Elão, e enfraqueceu o poder dos hititas. Foi um rei muito prestigiado e famoso em sua época, personagem de poemas épicos. A Tukultininurta se ele chegou a se comparar com Nemrod, o robusto caçador, que é mencionado nos relatos bíblicos (Gênesis 10, 8-11). Morreu assassinado por seu próprio filho em 1208 a.

Pro ano 1200 a. C., uma onda de povos provenientes da península balcânica, conhecidos como ” os povos do mar foram os causadores do final do Império hitita e do enfraquecimento do Império egípcio. Um desses povos, chamado mushki, assentou-se ao leste da Anatólia e foi uma permanente ameaça para a Assíria.

Outro público nômade e semita, o arameu, hostigaba continuamente os assírios, a oeste. Este sistema de batalha e vitória foi variando com o tempo. No término do século X a. C. os reis assírios prontamente anexadas incontáveis territórios de os sírios que estavam situados a leste do rio Jabur (no vale central do Eufrates) e os da localidade dos rios Grande Zab e Pequeno Zab. No início do século X, em 911 a. C. e sob o mandato de Adad-nirari II, (911 a. Assíria, anexou-a pra si o estado arameu, com todos os seus principados montados no crescente Fértil.