A Paz Que Divide Colômbia 1

A Paz Que Divide Colômbia

Paz com as FARC e disputa com Álvaro Uribe. Não há poder humano que sente numa mesa ao atual presidente e seu antecessor para aproximar posições e gerar consensos, nem ao menos parece que tenham um interesse especial pela assinatura de um armistício. Cada qual, à sua maneira, dedica-se a deitar gasolina na fogueira de suas diferenças.

A distância entre o que defende o Centro Democrático, o único partido que defende o não, e a tese de Santos e de todo o espectro político que apoia o sim, é intransponível. Nem os santistas estão dispostos a proporcionar aos seus oponentes o pequeno resquício de causa. Lhes tildan de amantes da guerra, de uma extrema-direita que precisa de confronto armado pra sobreviver, com um Uribe, ao que a viúva de poder transtorna o juízo. E as espadas continuarão em alta por um prazeroso tempo, em razão de o plebiscito seguem-se outros factos significativas que irão continuar aprofundando a divisão.

Além do ex-mandatário, alvo das maiores ameaças conseguem, há outros protagonistas de teu ambiente, que estão a alimentar a polêmica. A deputada Maria Fernanda Leal, do Centro Democrático, é uma delas. Seus trinados e vídeos costumam incendiar as mídias sociais.

Na margem contrária, o senador do Partido da U Armando Benedetti, fiel escudeiro de Santos e convencional nas tertúlias radiofónicas, bem como é um claro agitador do debate. Para a ex-ministra de Santos e colunista de avaliação Cecilia Álvarez, entretanto, “a polarização faz muito prejuízo, afeta a democracia”. Em sua posição, os dois lados são culpados.

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no início de 1982, a queda da popularidade de Belaunde caiu drasticamente até trinta %. Do mesmo modo, sua impopularidade subiu em vasto capacidade: Quarenta e cinco %, como se os resultados se tivessem investido em relação ao ano anterior. Não obstante, em outubro do mesmo ano, a aprovação se recuperou e subiu até os 33 %, porém a desaprovação não sofreu qualquer modificação. Em 1983, a reputação do presidente se viu afetada negativamente de novo, e de modo significativa. Cabe ressaltar um fator significativo para a popularidade presidencial de Fernando Belaunde não baixou muito mais do que o esperado, apesar dos problemas que teve que defrontar.

Este fator foi a imprensa e tua intervenção nas pessoas. O post de Ricardo Blume, no Comércio, publicado em abril de 1985, é um exemplo claro do suporte deste jornal, para o regime. Em tal texto Blume expressa com expressões eufóricas tua experiência de avaliá por Belaunde e o seu apoio ao governo nas fases mais complicados por que passou.

Acho que temos um presidente de luxo. Um presidente que diversos países civilizados. Um homem positivo e honesto, dedicado por inteiro ao nação, sem uma única frivolidade, sem que se lhe conheça uma única inexistência. A principal cota da democratização se deu durante o primeiro ano do governo de Fernando Belaúnde.

Três forças políticas tomaram um papel significativo nessa fase: os partidos políticos, os movimentos sociais e as Forças Armadas. O partido do presidente, Ação Popular, apresentou certos conflitos internos depois da eleição de Belaúnde como mandatário. Ação Popular teve como aliado ao Partido Popular Cristão, o qual ganhou 2 postos dentro do gabinete ministerial e um papel especial na política industrial. Em conexão à américa latina, atingido fortemente pela perda eleitoral, e, mais ainda, pelo falecimento de teu líder máximo, Víctor Raúl For da Torre, sofreu também uma divisão dentro do partido no decorrer dos primeiros anos do governo.